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Joguei a roupa da mina no barranco

Eu adoro aventuras. Fico com maior tesão transando em lugares públicos, seja a noite ou de dia. Se o local tiver uma vista legal e for bonito, putz, morro de tesão.  Nesse conto erótico real vou contar sobre a vez que transei na Vista Chinesa no Rio de Janeiro.

Começou da seguinte forma. Conheci a mina pelo aplicativo Badoo. Conversamos uma semana e marcamos de nos ver na sexta à noite. Ela mora no Bairro Freguesia. Nesse dia meu carro estava atrasado e minha habilitação suspensa. Fui parado por uma blitz, mas por sorte desenrolei e me safei. Depois disso busquei a mina perto da casa dela, em um ponto de ônibus. Nunca tinha a visto pessoalmente. Ela entrou no carro, nos cumprimentamos e começamos a conversar.

Pelas conversas que eu tive com ela a transa era certa. Pensei logo na Vista Chinesa, pois já tinha transado lá e era bem tranquilo e fresquinho. Subi a serro para ir até o ponto turístico, que fica no Alto da Boa Vista, no Rio de Janeiro. No caminho a conversa mudou para putaria e em algum momento falei algo que deixou ela excitada. A safada veio e começou a beijar meu pescoço. Meu pau subiu na hora e ela já foi colocando a mão. Ela abriu minha bermuda, botou meu pau para fora e ficou batendo uma para mim enquanto beijava meu pescoço. Meu tesão foi a nível máximo e com a mão direito segurei o cabelo dela, dei um beijo na boca e depois uma mordida no pescoço e logo puxei a cabeça para me mamar. Era tão safada que já colocou meu pau todo na boca e olha que ele não é tão pequeno e fino (rs).

A menina tinha uns 19 ou 20 anos. Não lembro bem, mas sei que não passava disso. Ela mamou por alguns segundos com muita vontade. Percebi que era gostava de pau quando se ajoelhou no meu banco para mamar melhor. Caralho, ela se lambuzava e eu com o pau duro demais.

Chegando na vista chinesa ela tirou a camisa e saiu do carro. Fomos andando uns 20 metros até a vista, que a noite é maravilhosa. Ela foi andando na minha frente e como eu estava alucinado de tesão segurei seu cabelo com força, com a outra mão peguei na sua cintura e rocei enquanto beijava a sua nuca. Na mesma hora ela começou a abrir o shortinho, abaixou tudo e empinou a bunda. Enfiei com tudo sem camisinha. Eu sou muito louco quando estou com tesão. Poderia ter pegado uma doença.

Soquei na vagabunda com muita força e ela gemia muito alto. Ela adorava apanhar e eu batia um pouco acima da bunda com muita forma. O local estava deserto e escudo. O som da nossa putaria fazia o maior eco. De repente aparece uma luz e percebo que é um carro subindo a estrada. Imaginei que ele fosse passar direito, mas ele parou logo ali e atrapalhou minha foda. Era um casal, então paramos de foder e ela pediu minha blusa, já que saiu do carro sem camisinha.
Voltamos para o carro e continuamos. Começou a ficar quente e abri a porta de trás, sai, puxei ela com força e botei ela de quatro apoiada no meu banco traseiro, enquanto eu estava do lado de fora. Começou a putaria de novo e a porradaria também. Estávamos a menos de 20 metros do casal, mas o local é no meio da Floresta da Tijuca e não tinha luz nenhuma. Eles não estavam vendo o que estávamos fazendo, mas com certeza estavam ouvindo. Era cada porradão que eu dava nela. Depois de alguns minutos virei a vagabunda e ela ficou de frente deitada no banco, e comecei a socar mais e bater forte na cara dela. Ela me irritava e ao mesmo tempo me dava muito tesão. Eu enfiava forte e estalava a mão na cara dela, mas a vadia não pedia para parar, apenas gemia e revirava os olhos. Finalmente depois de segurar a goza eu liberei. Fiquei anestesiado por vários minutos.

Ficamos deitados por uns 15 a 20 minutos ouvindo rap e conversando. Nos vestimos e o casal foi embora. Fomos até a vista e eu quis transar de novo. A novinha vagabunda fez doce, então comecei a bater punheta ali mesmo. Quando estou com vontade ninguém me segura. Assistindo minha bronha ela tirou a roupa toda e jogou sobre uma mesa que tem em baixo do monumento. Por ela ter feito doce, peguei tudo e joguei no barranco no meio do mato (kakakakaakak). Ela me xingou muito. Ficou peladona me xingando e me batendo, enquanto eu ria e batia minha punheta. Não sei o que passou na cabeça dela, mas a situação deixou ela mais excitada do que antes e começou a me mamar como se estivesse com sede de leite. Ela mamava e eu dava na cara dela. Depois peguei a vagabunda no colo e deitei ela sobre a mesa. Soquei muito em diversas posições. Quando ela estava de quatro a vontade de gozar, não pensei duas vezes, tirei o pau, segurei ela pelo cabelo e gozei a cara dela toda. Esfregava o pau todo no rosto da vadia e ela cheia de tesão.

Ficamos deitados ali por alguns minutos falei para irmos embora. Ela pediu para eu pegar a roupa. Neguei e fui para o carro. Ela foi atrás de mim me xingando e gritando. Mandei entrar no carro alegando que estava deserto e escuro que era perigoso. Levei ela para casa dela peladona. Ela tinha que subir uma ladeira enorme. Dei minha camisa para ela e a vagabunda foi tranquilona embora. Levinha de tanto foder e apanhar. Fico surpreso como algumas mulheres. Confesso para vocês que esse foi um dos melhores sexos que eu já fiz.

Quero pedir desculpas pelo português. Não usei corretor e estou com preguiça de ler tudo e corrigir. Vou é bater uma aqui e me aliviar. Lembrando dessa história fiquei com tesão. Rs

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